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28/11/2018 21:00

Sema destaca apoio na elaboração dos planos municipais de gerenciamento costeiro

Na 4º edição do Fórum de Sustentabilidade da Baía de Todos os Santos, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) apresentou o planejamento do Programa de Gerenciamento Costeiro da Bahia (GERCO), para o ano de 2019. O programa destaca o apoio às cidades na elaboração dos planos municipais de gerenciamento costeiro e na construção de um grupo de trabalho para elaboração do Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro. O evento foi realizado nos dias 27 e 28 de novembro, na Ilha de Itaparica, município de Vera Cruz.

Durante o encontro, o secretário estadual, Geraldo Reis, abordou com o público os desafios e perspectivas da gestão costeira no estado da Bahia. “É fundamental pensar sobre o gerenciamento costeiro da Bahia com a participação da sociedade civil e com um trabalho integrado entre governo e as prefeituras. Por isso, existe a necessidade de qualificar os municípios, para que eles possam ajudar o Estado no processo de reordenamento e de compatibilização dos vários usos da nossa costa”, esclarece.

“Os cursos de gerenciamento costeiro são uma das ações realizadas pela secretaria para contribuir com o processo de qualificação e aperfeiçoamento da gestão territorial na zona costeira e marinha da Bahia. Os encontros possibilitam que possamos auxiliar os gestores e as comunidades, dando orientações para a construção dos planos municipais de gerenciamento costeiro. Com uma metodologia de formação continuada, os cursos são realizados por meio de educação à distância, na plataforma do Formar, e em encontros presenciais em municípios da zona costeira da Bahia”, explicou a diretora de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema, Elba Alves.

Fórum de Sustentabilidade

Na sua 4º edição, o Fórum de Sustentabilidade da Baía de Todos os Santos foi promovido pela Organização Sócio Ambiental PRÓ-Mar, se consolidando como um espaço para que a sociedade civil, poder público e iniciativa privada dialoguem na construção de uma agenda positiva que melhore as condições de vida da população tradicional, quilombolas, pescadores e marisqueiras, bem como soluções que promovam sustentabilidade da Baía de Todos os Santos, sem deixar de notar a necessidade de novos modelos de interação, que atendam a uma população aproximada de três milhões de pessoas.
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